Médico, advogado, político.
Nasceu no Rio de Janeiro, em 13 de março de 1831, filho de Francisco José Monteiro Mesquita e Joaquina Pereira Monteiro.
Era doutor em Medicina formado pela Faculdade do Rio de Janeiro, e doutor em Direito, formado na Europa.
Viveu intensamente os movimentos literários de seu tempo, também como professor de Latim, Francês, História Moderna, Português, Geografia e História do Brasil, disciplinas das quais era examinador em concurso público para o magistério.
Foi delegado de Instrução na Corte e Membro do Conselho Superior da Instrução, no Império, assim como professor do respeitável Colégio Pedro II nas cátedras de Latim, Francês e História Moderna, e das cadeiras de Português, Geografia e História do Brasil, na Escola Normal.
Fundador da Sociedade Propagadora das Belas Artes. Presidiu a Província do Amazonas no período de 1876 a 1877. Foi condecorado com a o grau de Oficial da Ordem da Rosa e de Cavaleiro da Ordem de Cristo.
Depois da morte de Alvares de Azevedo, foi ele quem organizou, a pedido daquele escritor, o trabalho “A Lira dos 20 Anos”, (1853), com o nome de “Obras de Manuel Antônio Álvares de Azevedo”, dividida em duas partes. Trata-se de conhecido e festejado trabalho .
Escreveu: “Arsênico e seus componentes”. Rio de Janeiro, 1854. Há uma edição post-mortem, a pedido do autor, de obra denominada de “Lira dos 20 anos”, editada um ano após a morte de Alvares de Azevedo(1853), com o nome de Manoel Antonio Alvares de Azevedo, diviido em duas partes.
Um dos seus filhos, com o mesmo nome, nascido em 20 de julho de 1852, também foi médico, escolhendo atuar no campo da psiquiatria, área em que serviu no Hospital Psiquiátrico do Rio de Janeiro e em que foi professor, provavelmente no período de 1881 a 1890.
« Back to Glossary Index