Poeta, jornalista.
Nasceu na Fortaleza de Humaitá, no Paraguai, em 21 de julho de 1873, quando seu pai atuava pelas forças brasileiras.
Estudou na Escola Militar do Ceará. Poeta e jornalista, atuou e conviveu intensamente em Manaus no período áureo da borracha, especialmente de 1903 a 1912. Foi amigo e companheiro do poeta amazonense Raymundo de Castro Monteiro, tendo atuado e residido em Humaitá, interior do Amazonas, seguindo depois para o Rio de Janeiro, onde foi amigo de Olavo Bilac e Coelho Neto.
Casou com Liberalina Sales da Silva, e tiveram uma filha, Elisa.
Foi Oficial do Exército e serviu na Amazônia entre 1903 e 1912, retornando ao Rio de Janeiro e depois eerceu a administração do Teatro Municipal de São Paulo.
Em junho de 1915, como deputado federal, foi assassinado por questões pessoais pelo escritor Gilberto Amado, também deputado, no salão nobre do “Jornal do Commercio” do Rio; por causa das críticas jornalísticas de Gilberto à amigos escritores.
É patrono de uma das cadeiras da Academia Rio-Grandense de Letras e da Academia Amazonense de Letras.
Publicou “Rimas”, 1912. Seu soneto “A Cegonha” está inserido em várias antologias brasileiras.
Faleceu no Rio de Janeiro, em 19 de junho de 1915.
