Advogado, escritor e Acadêmico.
Nasceu nasceu em Granja ,no Ceará, em 24 de outubro de 1883. Filho de João Benício Bevilácqua e Edeltrudes Bevilácqua.
Estudou os preparatórios no Recife sob a orientação do seu tio Clóvis Beviláqua. Formou-se em Direito na Faculdade do Recife em 1904, na turma de Arthur Guimarães de Araújo Jorge, escritor de Alagoas, e depois Ministro de carreira diplomática, em Cuba (1927).
Advogado, foi deputado estadual no Amazonas e professor de Legislação Comparada da Faculdade de Ciências Juridicas e Sociais da Universidade de Manáos. Escreveu para a Revista “Crítica Judiciária” (1927).
Nasceu em Granja, estado do Ceará, em 1883, onde estudou, seguindo para Pernambuco, onde se formou em Direito em 1904.
Chegou a Manaus em fevereiro de 1905 e logo fez escritório com outro advogado, e depois montou sua própria banca, à Rua Marechal Deodoro, em Manaus.atuando com raro conhecimento de várias línguas e legislaturas europeias, o que permitiu servir a empresas internacionais, como a General Rubber Co., London & River Plate Bank, Adelbert Alden Ltd., e outras.
Examinador da Escola Universitária de Manaus, de Direito Civil, Constitucional e Internacional.
Em 1909 era Professor ordinário de Legislação Comparada da Faculdade de Direito do Amazonas e no ano seguinte foi Examinador de Filosofia do Direito, chegando a Professor interino de Direito Constitucional em 1911. Em 1912, era Examinador no segundo ano de Direito e, em 1914, Professor Honorário de Legislação Comparada. Advogou no Amazonas, por 18 anos, Advogado, com escritório assentado na Rua dos Remédios, n. 20 B, (1914), com Jeremias Nóbrega e depois na Rua Municipal, n. 115 (1918). Exerceu o mandato de Deputado Estadual, em 1919. Mudou residência para o Rio de Janeiro, onde foi Consultor da Caixa Econômica Federal.
Publicou : Ao eleitorado, 1920; Agravo de Petição, 1912; Apelação orfanológica, 1913; Ação de Seguro sobre a carga do Itucuman, 1915; A questão Hayden, 1910; Armazéns da Manaus Harbour, 1919; Código Comercial Brasileiro, anotado, 1935; Código Civil Brasileiro, anotado, Lei de
Falência, anotada; Edições anotadas do Código Civil, do Código Comercial, da Lei de Falências e das Sociedades Anônimas. Ver: Rev. da Academia Cearense de Letras V.26; 274, Fortaleza – 1954. Ver: Raimundo de Menezes – Dicionário Literário Brasileiro.
Ao eleitorado
Manifesto de apoio à candidatura de Wortigern Luiz Ferrera, ao governo, em 7 de junho de 1920, assinado com Adriano, Virgilio Barbosa.
Agravo de petição – recebimento de apelação em Ação Executiva.
Superior Tribunal do Amazonas
Palais Royal, 1912, 12 páginas. (BP)
Apelação Orfanológica
Superior Tribunal do Amazonas
Palais Royal, 1913, Manáos, 17 páginas. (BP)
Acção de Seguro sobre a carga do Itucuman
Supremo Tribunal Federal
Manáos, Velho Lino, 1915, 25 fls. (BP)
A questão Hayden
Razões dos Apelados
Supremo Tribunal do Amazonas
Manáos, 1910. (BP)
Armazéns na Manáos Harbour
Acção Ordinária de restituição de indébito
Manáos, Cá e Lá, 1919, 16 fls. (BP)
Código Comercial Brasileiro anotado
Leis subseqüentes – 1929, 5ª edição – Rio.
Freitas Bastos – 1935. E 1943
Código Civil DO eSTADOS uNIDOS DO bRASIL, VOLUME 1 E 2 , anotado – 4ª edição, 1956
Leis das falências, anotada.
Tratado de Direito Comercial Brasileiro, por José Xavier Carvalho de Mendonça, 2ª edição, com Roberto Carvalho de Mendonça.
Direito Comercial, Marítimo Fluvial, Aéreo, do Dr. Silva Costa, atualizado 2 volumes.
Falências (Pareceres. 1º volume) de José Xavier Carvalho de Mendonça com Roberto Carvalho de Mendonça.
Falências – VI – Biblioteca Jurídica.
Legislação do Governo Provisório – VIII – Biblioteca Jurídica.
Sociedades (Pareceres. 2º volume) de José Xavier Carvalho de Mendonça com Roberto Carvalho de Mendonça.
Sinistro da Farmácia Rio-Mar – Agravo
Memorial do Agravante.
Manáos, Imprensa Pública, 1921, 60 páginas.
Ação Comercial
Alegações Finais
Manáos, Palais Rayol, 1907, 25 páginas.
Embargos e Substituição
Manáos, Livraria Clássica, 1907, 16 páginas.
Em co-autoria com Porfírio Nogueira.
Na Academia Amazonense de Leras foi o segundo ocupante da Cadeira patrocinada por Raimundo Farias Brito, sendo recebido por Ribeiro da Cunha, sucedendo a Generino Maciel, depois ocupada por Manoel Anísio Jobim.
Achiles casou-se com Otilhilia Pires dos Santos, filha de Theolinda Pires dos Santos e Joaquim pires dos Satos, no palacio da Justiça, em Manas, e em seguida, na igreja de Nossa Senhora da Conceição, em 19 de junho de 1909.
Nasceu no Ceará.
Bacharel em Direito formado pela Faculdade de Direito do Recife, em 1904. Filho de João Benício Beviláqua e Edeltrudes Beviláqua.
Em 1909 era Professor ordinário de Legislação Comparada da Faculdade de Direito do Amazonas e no ano seguinte foi Examinador de Filosofia do Direito, chegando a Professor interino de Direito Constitucional em 1911. Em 1912 era examinador no segundo ano de Direito e já em 1914 Professor honorário de Legislação Comparada. Estudou os preparatórios no Recife sob a orientação do seu tio Clóvis Beviláqua.
Advogou no Amazonas por 18 anos, chegando a exercer mandato de Deputado Estadual em 1919.
Mudou-se para o Rio de Janeiro, onde foi Consultor da Caixa Econômica Federal.
Publicou: Edições anotadas do Código Civil, do Código Comercial, da Lei de Falências e das Sociedades Anônimas. Ver: Rev. da Academia Cearense de Letras V.26; 274, Fortaleza – 1954. Ver: Raimundo de Menezes – Dicionário Literário Brasileiro.
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