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Médico, faleceu em Manaus, a 26 de junho de 1920, à tarde, por suicídio (16:30). Membro da Convenção do Partido Republicano Amazonense e Diretor do Serviço Sanitário do Estado enfrentando a “gripe de 1918”, usando a flora regional. Foi Intendente e Superintendente de Manaus. Deixou carta sucinta, entregue à Polícia: “Nenhuma responsabilidade existe sob pessoa estranha. É ato puramente meu”. Tomara morfina, minuto antes. Morreu na Santa Casa, depois de atendido de urgência por Vivaldo Lima. Enterrado às 9 horas de 27 de junho de 1920, com 53 anos, viúvo de Luzia Valente de Miranda Leão, deixou Geraldo (18 anos) e João (17 anos) fazendo Medicina na Bahia. Formado em Medicina pelo Rio de Janeiro.
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