O nome civil, e original de frei José era José Batista Mardel, paraense de nascimento.
Antes de se tornar frei, foi soldado, estudou em seminario mas abandonou para se casar com Maria Carmelita, com quem teve filhos. Enviuvando, retornou ao convento dos Carmelitas , sagrandeo-se frei José dos Santos Inocentes.
Serviu na Amazônia, como capelão do Forte de São Joaquim, no Rio Branco e depois no Lugar da Barra (Manaus), como Vigário Geral. Um dos lideres do movimento de 1832 pela autonomia do Rio Negro em relação ao pará.
Frei José dos Santos Inocentes morreu em Manaus em 1852.
Ver – Colméia, S. Paulo, 1923. fls. (76/7178) repreendido em Aviso 15.06.1833 por ter ajudado os moldes de 1832.
Frei José, em 1852 já sofria de grave moléstia, anunciada no Relatório de J. B. T. Aranha, e por isso passou a ser auxiliado para Frei Gregório Maria de Bene. Frei era missionário no interior. Gregório era missionário em P. Alegre (R. Branco) 1852 e dali para Uaupés.
Uariurú, pelo TC Albino dos Santos Pereira, Comp. Militar do Alto Amazonas. A cerca de 10 léguas pelo Reg. 662, 22.11.1842.
Transferidos para o Amazonas em 1850. Era ela a 3ª, em prioridade de instalação, em terreno adjacente as Macuxis, perto do Pirara, ultimo limite pelo Rio Branco.
Frei José foi fundador da Missão P Alegre, carmelita, e atuou em substituição á extinção Missão de Pirara, na Serra do Banco, alto rio branco, , habitada pelos naturaius de origem jaricus, apixanas, macuxis, saparás, procutus. , missão que cgegou a ser dirigida pelo padre Antonio Felipe Pereira, em 1849
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