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Político, advogado.

Filho do professor Henrique Valladares, faleceu no rio de Janeiro, na Casa de Saúde São José, depois de duas operações, em 9 de outubro de 1939, aos 62 anos.

Nasceu no Estado do Rio de Janeiro e formou-se em Direito na Faculdade de São Paulo, aos 18 anos de idade.

Chegou moço a Manaus, advogando intensamente.

Exerceu vários cargos públicos.

Foi secretário do prefeito Jorge de Moraes e foi um dos chefes do Partido Republicano do Amazonas, antes de 1930. Foi diversas vezes deputado estadual, líder e presidente da Assembleia no governo Dorval Porto e chegou a ser escolhido pelo seu partido para disputar uma cadeira para deputado federal, mas não aceitou o convite.

Em 1930 retornou ao Rio de Janeiro para advogar.

Segundo Raul de Azevedo, era bom orador, ao tipo inglês, sóbrio e argumentava como poucos.

A respeito de sua participação na política, na fase final de sua presença em Manaus e da venda de oficinas tipográficas para jornal de trabalhadores, há registros detalhados em obra do autor – “Trabalhismo no Amazonas, antes do PTB”, em que trata da criação do Partido Trabahista Amazonense em 1932, em Manaus.

Casou-se e deixou filhas e um filho, com seu nome Caio Valladares Filho, que foi juiz de Direito, no Acre, por volta de 1939.

Foi um dos políticos que teve a sua residência tomada por populares quando da revolução de 1930, com carro incendiado, biblioteca destruída, porque era política do grupo decaído na ocasião.

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