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Em 1834 as eleições já eram realizadas na Matriz, conforme se vê do ofício de 1º de agosto de 1834, para eleição das novas autoridades, of de Joaquim Rodrigues Calado, para a eleição de 2 de agosto de 1834.

Em 1862 teve eleição na matriz., do que decorreu grande polemica pela imprensa entre Caetano Estelita Cavalcanti Pessoa e José Miguel de Lemos.

Na eleição de agosto de 1863, novos movimentos populares que começavam a surgir, exigiram a presença de cerca de 50 praças na porta e cercanias da matriz, que era a igreja dos Remédios, para as eleições da mesa paroquial, de cujos fatos se pode ler na imprensa local por nota de 15 de agosto daquele ano, ressaltando o equilíbrio do presidente da província. O presidente da Câmara Antonio Lopes Braga, promotor, políticos,comerciantes, membros da Guarda Nacional. . Havia desconfiança no processo político, e alguns mesários em nota oficial registraram até o interesse político do pároco que, “ate no púlpito pregou a favor da causa dos protestantes, não guisando os ânimos ao trilho do dever, tal como convinha a sua missão , e sim desvairando as consciências em prejuízo da causa, que repelia sem razão alguma.

Tratava-se de reconhecimento de identidade de eleitores. Os autores da carta são : João Antonio Pará, que era também o diretor do jornal O Catechista, José da Costa Azevedo, Gabriel Guimarães, Jose Antonio de Andrade Barra, em 16.8.1863.

Eram resistências a Francisco Carlos Brusque e Antonio Jose Moreira. Os padres não estavam acordes com o jornal, e o interesse econômico era anunciado como sendo da Companhia do Amazonas`. Os dois foram diplomados como deputados. Manaus tinha seis paróquias eleitorais. As baionetas teriam beneficiado a eleição de Sinval Odorico de Moura e Caetano Estelita C Pessoa. O padre Daniel Pero marques de Oliveira era o presidente do colégio eleitoral da capital.(1863). Era liberto, ou seja, filho de escrava, não podendo exercer o cargo, segundo denuncia da época, se não tivesse sido alforriado. Foi substituído por Jose Miguel de Lemos, Capitão Cirurgião Mor do Estado Maior da Guarda Nacional, 1º Juiz de Paz e presidente interino do colégio eleitoral da capital. Sem a matriz da Conceição, as eleições eram feitas na Igreja dos Remédios, por convocação em edital publico.

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